Sentir saudades dói, mas admitir isso em voz alta pode doer ainda mais. Nesta balada delicada, Gracie Abrams abre o coração para contar a história de um relacionamento que parecia eterno, mas acabou cheio de dúvidas, brigas e silêncios. Entre lembranças de verões felizes e pratos quebrados no apartamento antigo, a narradora percebe que cada canto da casa guarda um fantasma do que já foi amor. Mesmo tentando seguir em frente, tudo – lugares, memórias, sensações – a puxa de volta para aquele “nós”.
A canção mistura vulnerabilidade e honestidade crua: ela admite os erros, sente falta das discussões apaixonadas e, acima de tudo, lamenta não ter conseguido fazer dar certo. O refrão, repetido como um mantra, mostra esse ciclo de saudade e arrependimento: ela não quer ir embora porque sabe que vai piorar, mas ficar também machuca. “I Miss You, I’m Sorry” é um retrato sensível de como o amor às vezes sobrevive como eco – um eco que insiste em nos lembrar do que poderíamos ter sido.