No meio dos meus pensamentos
Levado pra longe da minha segurança
A lembrança não me escapa
No meio dos meus pensamentos
Levado pra longe da minha segurança
A lembrança não me escapa
Há um lugar tão escuro que você não vê o fim
E choca o que não se pode defender
A chuva então envia perguntas ácidas, gotejando
Com força, o poder da sugestão
Então de olhos fechados, olhando através da ferrugem e da poeira podre
Um pequeno ponto de luz inunda o chão
E se derrama sobre o mundo enferrujado de faz de conta
Os olhos se abrem devagar e está escuro de novo
No meio dos meus pensamentos
Levado pra longe da minha segurança
A lembrança não me escapa
Na lembrança você vai me encontrar
A escuridão me apertando forte
Gritando os altos e baixos
Poluição manifestada em som perpétuo
As rodas giram e o pôr do sol se arrasta
Atrás dos postes de luz, cercas de arame e concreto
Um pedacinho de papel com um desenho
Flutua pela rua até o vento parar
E a lembrança agora é como a imagem era então
Quando o papel é amassado, não pode voltar a ser perfeito
No meio dos meus pensamentos
Levado pra longe da minha segurança
A lembrança não me escapa
No meio dos meus pensamentos
Levado pra longe da minha segurança
A lembrança não me escapa
Na lembrança você vai me encontrar
A escuridão me apertando forte
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Agora você me pegou no flagra
Você traz a lembrança de volta
Na lembrança você vai me encontrar
A escuridão me apertando forte
Na lembrança você vai me encontrar
A escuridão me apertando forte