“the Lakes” é o bilhete de fuga poético de Taylor Swift. Cansada dos holofotes, dos caçadores de cliques e dos clones cínicos, a cantora fantasia sobre escapar para a região inglesa de Windermere - o mesmo refúgio que inspirou grandes poetas românticos. Lá, ela sonha em trocar notificações por auroras, piscinas naturais e um silêncio que permita sentir cada onda de dor e transformar luto em arte. O lago é metáfora de liberdade: um lugar onde a criatividade pode florescer como uma rosa vermelha nascida do gelo, sem precisar de likes ou tweets.
Ao convidar o(a) amado(a) para essa jornada, Taylor sugere que o amor genuíno também precisa desse refúgio para sobreviver. Entre versos que misturam melancolia e esperança, ela declara: “Não pertenço aqui, e você também não.” Assim, a canção celebra a busca de um espaço seguro para a sensibilidade - longe do barulho do mundo moderno, mas carregando seu “muse” no coração.