Learn English With AURORA with these 23 Song Recommendations (Full Translations Included!)

AURORA
LF Content Team | Updated on 2 February 2023
Learning English with AURORA's music is fun, engaging, and includes a cultural aspect that is often missing from other language learning methods. It is also great way to supplement your learning and stay motivated to keep learning English!
Below are 23 song recommendations by AURORA to get you started! Alongside each recommendation, you will find a snippet of the lyric translations with links to the full lyric translations and lessons for each of the songs!
CONTENTS SUMMARY
Runaway (Fugitiva)
I was listening to the ocean
I saw a face in the sand
But when I picked it up
Then it vanished away from my hands
Estaba escuchando el océano
Vi una cara en la arena
Pero cuando la recogí
Entonces se desvaneció de mis manos

¡Hola! Hoy vamos a explorar "Runaway" de AURORA, una canción que te va a encantar. La letra nos lleva a un viaje emocional, donde la artista busca un lugar al que realmente pertenece. Empieza con imágenes muy evocadoras, como "I was listening to the ocean, I saw a face in the sand" [Estaba escuchando el océano, vi una cara en la arena], que se desvanece, o un recuerdo de la infancia, "I had a dream I was seven, Climbing my way in a tree" [Tuve un sueño, tenía siete años, trepando a un árbol], donde ve "a piece of heaven" [un pedazo de cielo] esperándola.

La canción expresa un deseo de escapar, de correr lejos, como en "And I was running far away, Would I run off the world someday?" [Y estaba corriendo lejos, ¿Me escaparía del mundo algún día?]. Pero a pesar de esa necesidad de huir, también hay momentos de alegría, como cuando dice "And I was dancing in the rain, I felt alive and I can't complain" [Y estaba bailando bajo la lluvia, me sentía viva y no me puedo quejar]. Sin embargo, el estribillo nos trae de vuelta a esa búsqueda de hogar: "But now take me home, Take me home where I belong" [Pero ahora llévame a casa, llévame a casa donde pertenezco]. Es una canción que te hace pensar en ese lugar seguro al que todos queremos volver.

The Seed (La Semilla)
Just like the seed
I don't know where to go
Through dirt and shadow I grow
I'm reaching light through the struggle
Como la semilla
No sé a dónde ir
A través de tierra y sombra crezco
Alcanzo la luz a través de la lucha

¡Hola! Hoy vamos a explorar "The Seed" de AURORA, una canción que te hará pensar y sentir mucho. Desde el principio, AURORA nos dice que es "Just like the seed / I don't know where to go / Through dirt and shadow I grow" [Como la semilla / No sé adónde ir / A través de la tierra y la sombra crezco]. Es una imagen muy fuerte de crecimiento y resiliencia, ¿verdad? Nos muestra cómo, incluso sin saber el camino, uno sigue adelante, buscando la luz a pesar de las dificultades.

Pero la canción va más allá de lo personal y se vuelve un himno por el planeta. AURORA nos lanza una pregunta directa y poderosa: "You cannot eat money, no / When the last tree has fallen and the rivers are poisoned" [No puedes comer dinero, no / Cuando el último árbol haya caído y los ríos estén envenenados]. Es una crítica muy clara a cómo priorizamos el dinero sobre el medio ambiente. Nos invita a reflexionar sobre las consecuencias de nuestras acciones y a recordar que, al final, la naturaleza es lo que realmente nos sostiene. ¡Es una canción que te dejará pensando en el futuro de nuestro mundo!

Animal Soul (Alma Animal)
I can remember times when it used to be warmer
Lying inside the bodies of our mothers
I can remember light coming through her skin
And the first time it hit my eyes as she wrapped me in
Lembro-me de épocas em que costumava ser mais quente
Deitada dentro do corpo das nossas mães
Lembro-me da luz atravessando a pele dela
E a primeira vez que bateu nos meus olhos quando ela me envolveu

Em “Animal Soul”, AURORA imagina a vida começando dentro do corpo da mãe, num lugar quente e protegido, antes da luz atingir os olhos pela primeira vez. Depois, essa criança cresce procurando respostas, mas sente que não se encaixa no mundo: “I’m a child with an animal soul” [“Sou uma criança com alma animal”]. A expressão sugere algo instintivo, livre e ligado ao corpo, em contraste com uma sociedade que parece artificial e hostil. Quando ela diz “I don’t belong here” [“Não pertenço a este lugar”] e “I don’t belong anywhere” [“Não pertenço a lugar nenhum”], a frase é direta, quase como um refrão de quem procura uma casa que não encontra.

A música também fala de um vazio causado por viver num “world of hate” [“mundo de ódio”], onde somos “forced to swallow” [“forçados a engolir”] coisas dolorosas. Há uma ironia bem interessante em “we’re free to walk around / Still our feet are forced to walk the ground” [“somos livres para andar por aí / Mesmo assim, nossos pés são obrigados a andar no chão”]: o corpo pode se mover, mas essa liberdade tem limites. No fim, a imagem fica ainda mais pesada: mesmo depois da morte, estamos “deeper down” [“mais abaixo, cada vez mais abaixo”], como se a descida à terra continuasse sem parar.

Your Blood (Seu Sangue)
Your blood, what matter is it made of?
Do you feel it travel in and out your heart?
Needles, stitching up the big holes
You prepared for battle, as you fell apart
Seu sangue, de que matéria ele é feito?
Você o sente entrar e sair do seu coração?
Agulhas, costurando os grandes buracos
Você se preparou pra batalha, enquanto desmoronava

Em “Your Blood”, AURORA transforma o corpo em campo de batalha: há sangue passando pelo coração, agulhas “costurando os grandes buracos” e alguém tentando se preparar para lutar enquanto desmorona. A repetição de “You are dust” [“Você é poeira”] lembra, de forma bem direta, a fragilidade humana. Ao mesmo tempo, a voz da pessoa se perde no “white noise” [“ruído branco”], como se ela estivesse pedindo para ser ouvida em meio a uma confusão enorme: “Do you hear the echo begging you to let go?” [“Você ouve o eco implorando para você deixar ir?”]

Mas a música não fica parada nesse frio. A imagem muda para algo que queima como uma estrela: depois de se consumir, a pessoa pode nascer de novo. “And maybe if you called out for help” [“E talvez, se você pedisse ajuda”] oferece companhia concreta, com o convite “Come run again” [“Venha correr de novo”]. Então surge a frase mais firme da canção: “I refuse to die” [“Eu me recuso a morrer”]. Entre poeira, dor e renascimento, “Your Blood” fala em imagens intensas sobre cair aos pedaços, pedir ajuda e tentar continuar vivo.

Man On The Moon (Homem Na Lua)
I would like to leave this city
This old town don't smell too pretty and
I can feel the warning signs running around my mind
And when I leave this planet
Eu gostaria de sair desta cidade
Esta velha cidade não cheira nada bem e
Consigo sentir os sinais de alerta rondando minha mente
E quando eu deixar este planeta

Em “Man On The Moon”, Aurora, artista da Noruega, canta como alguém que quer escapar de uma cidade que se tornou insuportável. “I would like to leave this city” [Eu gostaria de deixar esta cidade] vem acompanhado de um detalhe bem direto: “This old town don't smell too pretty” [Esta cidade velha não cheira muito bem]. A letra transforma o desconforto em sinais de alerta correndo pela mente: “I can feel the warning signs running around my mind” [Consigo sentir os sinais de alerta correndo pela minha mente]. Quando ela fala em deixar o planeta, a imagem fica enorme e quase espacial, mas a razão continua simples: ela até ficaria, só que não consegue mais suportar aquele lugar.

A parte mais interessante é que sair não resolve tudo de imediato. “I'm still scratching around in the same old hole” [Ainda estou me arranhando no mesmo buraco] usa a imagem de alguém tentando escapar, mas continuando preso ao mesmo problema. O corpo parece jovem, enquanto a mente se sente muito velha. Depois, “You're half the world away” [Você está do outro lado do mundo] apresenta uma pessoa distante, talvez tão longe que não pode oferecer os sonhos que pertencem à narradora. Ainda assim, ela diz: “I've been lost, I've been found but I don't feel down” [Já estive perdida, já fui encontrada, mas não estou para baixo]. Aqui, “feel down” é uma expressão para estar triste ou desanimada. A canção termina sem fingir que tudo foi resolvido, mas com essa recusa curiosa de cair no desânimo.

In Bottles (Em Garrafas)
I put my tears in bottles
In case if I need them later
You never know
You never know
Guardo minhas lágrimas em garrafas
Caso eu precise delas mais tarde
Nunca se sabe
Nunca se sabe

Em “In Bottles”, AURORA, artista norueguesa, transforma o choro em algo que pode ser guardado para depois: “I put my tears in bottles” [Eu coloco minhas lágrimas em garrafas]. A ideia é estranha e quase engraçada, mas também muito triste. A pessoa da canção se prepara para uma futura sede emocional: “And if I get thirsty / Will they make me sad?” [E se eu ficar com sede / Elas vão me deixar triste?]. Em vez de deixar as lágrimas passarem, ela as conserva, como se a tristeza pudesse ser bebida novamente. O “Forever” [Para sempre] repetido dá à imagem um peso enorme, como se esse estoque nunca acabasse.

Depois, a canção entra num espaço de segredo e proteção: “Cover your eyes” [Cubra seus olhos] e “Hide me inside, under your spine” [Esconda-me dentro de você, sob sua coluna]. A voz pede para ser escondida no corpo de alguém, enquanto observa essa pessoa dormir e percebe que seus olhos estão abertos. Ela também esconde “all the pieces” [todos os pedaços] que o outro não gostaria de conhecer. Quando chama esses pedaços de “my children” [meus filhos], a imagem fica ainda mais curiosa: são partes íntimas, talvez vulneráveis, tratadas como algo que precisa ser protegido. A repetição de “under your spine” [sob sua coluna] faz a frase parecer um sussurro insistente, quase como se o segredo escorresse pelas costas e não pudesse ser revelado.

The Seed (A Semente)
Just like the seed
I don't know where to go
Through dirt and shadow I grow
I'm reaching light through the struggle
Assim como a semente
Não sei para onde ir
Pela terra e sombra eu cresço
Alcanço a luz através da luta

Em “The Seed”, da artista norueguesa AURORA, a narradora se compara a uma semente: ela não sabe exatamente para onde ir, mas cresce “through dirt and shadow” [através da terra e da sombra] até alcançar a luz. A natureza aparece como uma força viva e persistente: o mar persegue o mistério, tudo quer viver, e até as lágrimas podem virar chuva para molhar o chão e ajudar as flores a nascerem de novo. A imagem é bonita, mas também difícil: crescer envolve luta, sufocamento, dedos queimados e a necessidade de aprender e perdoar.

O refrão dá o aviso mais direto da música: “You cannot eat money” [você não pode comer dinheiro]. É uma frase simples, quase óbvia, mas fica cada vez mais séria quando vem acompanhada de “when the last tree has fallen and the rivers are poisoned” [quando a última árvore tiver caído e os rios estiverem envenenados]. Dinheiro não alimenta ninguém se as árvores desaparecerem e a água estiver contaminada. Por isso, o pedido final é por “sunlight” [luz do sol], “air” [ar], “truth” [verdade] e “prayers” [orações]. A música troca a promessa de riqueza por aquilo que mantém a vida de pé, e faz da semente uma imagem de resistência e renovação.

All Is Soft Inside (Tudo É Suave por Dentro)
I don't know why
But I feel down
You need to know
I can't go on
Não sei por quê
Mas me sinto pra baixo
Você precisa saber
Não consigo continuar

Em “All Is Soft Inside”, AURORA, artista da Noruega, transforma um abatimento difícil de explicar em imagens quase mágicas. A narradora diz que já foi “uma rosa” e “um animal”, como se carregasse delicadeza e instinto ao mesmo tempo, e pede: “Don’t let me change” [Não me deixe mudar]. Ao redor, tudo parece endurecido, “All around is stone” [Tudo ao redor é pedra], mas existe uma parte protegida por dentro: “All is soft inside” [Tudo é suave por dentro]. As emoções guardam aquilo que ela não consegue dizer, enquanto as cores aparecem por instantes e a conduzem através da escuridão. É bonito e também um pouco desesperado: ela admite que carrega mais do que os outros percebem e que seus sonhos são maiores do que ela.

A canção então se abre para algo coletivo. “We’re all turning softer inside” [Todos nós estamos ficando mais suaves por dentro] sugere que, mesmo em um mundo duro, ainda existe algo puro que pode ser preservado quando os corações se encontram: “If the hearts can collide” [Se os corações puderem colidir]. A imagem é intensa, até um pouco estranha, porque essa colisão não parece destruição, e sim uma aproximação capaz de salvar alguma coisa. No fim, “The universe is wild” [O universo é selvagem] deixa tudo sem uma resposta simples. Talvez seja justamente por isso que “All I know” [Tudo o que eu sei] volte tantas vezes: a narradora não tem um mapa, apenas emoções, sombras, sonhos e uma pequena luz procurando passagem.

To Be Alright (Ficar Bem)
I know I belong here on earth
But I long to be lifted up
My heart does not rhyme
The rhythm of my mind
Sei que meu lugar é aqui na terra
Mas anseio ser erguida
Meu coração não rima com
O ritmo da minha mente

Em “To Be Alright”, AURORA, artista norueguesa, fala de uma pessoa que sabe que pertence à Terra, mas deseja ser levada para algum lugar acima, como se a vida cotidiana não combinasse com o que acontece dentro dela. O coração “does not rhyme” [não rima] com o ritmo da mente, e a pergunta “What is life worth living / If you can't dance to anything?” [De que vale viver se você não consegue dançar ao som de nada?] transforma a dança em uma imagem para encontrar algo que desperte vontade, sentido ou prazer. A repetição de “Night after night / I long to be alright” [Noite após noite, eu desejo ficar bem] soa como um pedido simples, embora difícil de alcançar.

A letra também mostra a frustração de quem pede respostas, mas não encontra nenhuma que pareça certa. A narradora se sente “always blind” [sempre cega] e perde o caminho, enquanto admite: “How I hunger for touch” [Como eu tenho fome de toque]. Quando alguém diz que ela ama demais, sua resposta não é iniciar uma briga: “I don't want to fight / I just want to feel alright” [Eu não quero brigar, só quero me sentir bem]. No fim, entre sílabas cantadas e a insistência em “I believe I love it” [Eu acredito que amo isso], aparece uma pequena descoberta: talvez esse sentimento intenso, essa coisa que ninguém consegue provocar por ela, seja justamente o que a faz continuar procurando seu próprio ritmo.

Conqueror (Conquistador)
Broken mornings, broken nights and broken days in between
Open ground, the sky is open, makes an open sea
Just like in fiction, in every addiction
Fantasy's taking over, awake me
Manhãs quebradas, noites quebradas e dias quebrados pelo meio
Chão aberto, o céu está aberto, forma um mar aberto
Assim como na ficção, em todo vício
A fantasia está assumindo o controle, me acorde

Em “Conqueror”, da artista norueguesa AURORA, a narradora atravessa uma sequência de manhãs, noites e dias “quebrados”: “Broken mornings, broken nights and broken days in between” [Manhãs quebradas, noites quebradas e dias quebrados entre elas]. Ao mesmo tempo, o céu e o mar aparecem completamente abertos, como se houvesse espaço infinito ao redor dela. Essa imagem contrasta com a sensação de estar presa à fantasia: “Fantasy’s taking over, awake me” [A fantasia está tomando conta, me acorde]. A letra parece oscilar entre querer escapar pela imaginação e pedir para voltar à realidade.

O centro da música é uma busca insistente. “I’ve been looking for the conqueror” [Tenho procurado o conquistador] e “I’ve been looking for the only one” [Tenho procurado a única pessoa] repetem a esperança de encontrar alguém capaz de chegar até ela, mas essa pessoa nunca vem. A palavra “conqueror” funciona como uma figura de alguém forte o bastante para atravessar esse caos, não necessariamente um conquistador literal. Só que o encontro desejado não acontece: há “no seduction, only destruction” [nenhuma sedução, apenas destruição]. Mesmo com tudo quebrado, a narradora termina afirmando: “I feel ali-li-live” [Eu me sinto vi-va]. É uma pequena explosão de vida no meio da confusão, quase como se continuar sentindo já fosse uma forma de resistência.

Black Water Lilies (Lírios-d'água Pretos)
When I am on a boat
I float I know I can never drown
I see underwater land
The wind, the wind is the only sound
Quando estou num barco
Flutuo, sei que nunca posso me afogar
Vejo a terra debaixo d'água
O vento, o vento é o único som

Em “Black Water Lilies”, AURORA, artista norueguesa, transforma um passeio de barco em uma viagem quase de sonho. A narradora flutua pelo rio e se sente protegida: “When I am on a boat / I float I know I can never drown” [Quando estou em um barco / flutuo, sei que nunca posso me afogar]. Depois, ela segura a mão de alguém e desce para a água, ficando “under and above” [embaixo e acima] ao mesmo tempo. A imagem é estranha de propósito: ela parece estar entre a superfície e o fundo, entre o ar e o oceano, guiada apenas pelo vento e pela correnteza.

O centro da canção é a visão de “a thousand black water lilies” [mil lírios-d’água negros]. Braços aparecem na água, todos dançam enquanto o grupo vai em direção ao fundo do oceano, e então vem a virada: “I am warm / Crawling out / I am reborn” [Estou aquecida / Saindo rastejando / Renasci]. Assim, as flores escuras e o mergulho dão lugar a uma saída e a um renascimento. A letra não explica exatamente quem são esses braços ou o que existe no fundo, e é justamente isso que torna a viagem tão fascinante: ela oferece imagens aquáticas, misteriosas e físicas, em vez de uma história fechada.

Home (Lar)
Lost in the moment again
Stuck where the road has no end
Keeping the thought in our minds
One day life will be kind
Perdida no momento de novo
Presa onde a estrada não tem fim
Mantendo o pensamento em nossas mentes
Um dia a vida será gentil

Em “Home”, AURORA, artista norueguesa, descreve uma existência suspensa: a pessoa está “Lost in the moment again” [Perdida no momento outra vez], presa num caminho sem fim e esperando que a vida finalmente seja gentil. O refrão é direto e quase contraditório: “We are not alive / We are surviving every time” [Nós não estamos vivos / Estamos sobrevivendo todas as vezes]. Aqui, viver parece mais do que respirar: é atravessar dias de reclamações, forçar a luz para dentro das veias e manter a esperança na cabeça, mesmo quando tudo fica parado.

A palavra “home” [lar] ganha um sentido curioso. Não é necessariamente uma casa ou um lugar de origem, porque a canção diz: “Wrapped inside a cocoon made of flesh and bones” [Envoltos dentro de um casulo feito de carne e ossos] e “Doesn’t really matter where you come from” [Realmente não importa de onde você vem]. O corpo vira um abrigo provisório, igual a um casulo, enquanto a pessoa tenta se recompor. No fim, “Calm again, calm again / I feel warm again / I’m reborn again” [Calma outra vez / Sinto calor outra vez / Renasci outra vez] traz uma pausa pequena, quase frágil: por um instante, ela está bem e aquecida por dentro. É uma canção sobre sobreviver no piloto automático e encontrar, dentro do próprio corpo e da própria esperança, um lugar chamado lar.

A Temporary High (Un subidón temporal)
It seems like we
Like to be living dangerously
Our hearts sings a temporary lie
It seems like her
Parece que nos
Nos gusta vivir peligrosamente
Nuestro corazón canta una mentira temporal
Parece que ella

¡Prepárate para sumergirte en el mundo de AURORA con "A Temporary High"! Esta canción nos habla de la emoción de vivir peligrosamente y de cómo, a veces, nuestros corazones se aferran a una mentira temporal. La letra nos dice: "Our hearts sings a temporary lie" [Nuestros corazones cantan una mentira temporal], sugiriendo que hay un placer en lo efímero, aunque sepamos que no durará.

La canción explora una relación intensa y un tanto caótica, donde la locura de una persona puede ser "endlessly" [interminable] y su amor, un "temporary high" [subidón temporal]. AURORA describe a alguien que corre hacia la orilla, "Howling at the waves" [Aullando a las olas], mientras la otra persona lo persigue, siempre más rápido. Es una danza de atracción y huida, donde el amor se siente como una droga, y la gran pregunta es si ese amor es real o solo un momento fugaz. La artista noruega nos invita a reflexionar sobre la naturaleza de las relaciones apasionadas y el riesgo de quemarse.

A Temporary High (Uma Euforia Temporária)
It seems like we
Like to be living dangerously
Our hearts sings a temporary lie
It seems like her
Parece que nós
Gostamos de viver perigosamente
Nossos corações cantam uma mentira temporária
Parece que a

Em “A Temporary High”, da artista norueguesa AURORA, o amor aparece como uma descarga intensa, mas talvez passageira. A letra começa com duas pessoas atraídas pelo perigo: “Our hearts sing a temporary lie” [Nossos corações cantam uma mentira temporária]. A mulher é descrita como alguém cuja loucura parece não ter fim, e o amor dela é comparado a uma “alta” temporária, como uma euforia que sobe rápido e pode desaparecer do mesmo jeito. A imagem é bonita e meio ameaçadora: quando ele corre para a praia e uiva para as ondas, as ondas parecem uivar de volta.

A dinâmica entre os dois fica quase como uma perseguição: “When you’re ahead, she’s coming after” [Quando você está na frente, ela vem atrás] e, quando ele corre, ela corre ainda mais rápido. Depois, o calor e o frio deixam a metáfora física: o corpo dele estava quente enquanto ela estava fria; quando a tempestade dela passa, ele fica congelado, com “hands as blue as ice” [as mãos azuis como gelo]. A pergunta que volta várias vezes é simples e desesperada: quando ela ama, esse amor vai durar ou será apenas “a temporary high” [uma euforia temporária]? É uma canção sobre desejar uma força tão intensa quanto uma tempestade e, ao mesmo tempo, temer o frio que pode ficar depois.

Cure For Me (Cura Para Mim)
I run from the liars, the fuel on the fire
I know I created myself
I know I can't fight the sad days and bad nights
But I never asked for your help
Fujo dos mentirosos, do combustível no fogo
Sei que criei a mim mesma
Sei que não venço os dias tristes e as noites ruins
Mas nunca te pedi ajuda

Em “Cure For Me”, AURORA, artista da Noruega, rejeita a ideia de que exista algo errado nela que precise ser consertado. A narradora admite que criou a própria maneira de ser e que não consegue impedir “the sad days and bad nights” [“os dias tristes e as noites ruins”], mas deixa claro: “I never asked for your help” [“eu nunca pedi sua ajuda”]. A palavra cure significa “cura”, e aqui aparece como uma crítica a quem trata a personalidade, os sentimentos ou a forma de amar de outra pessoa como se fossem uma doença. O refrão é direto e quase provocador: “I don’t need a cure for me” [“eu não preciso de uma cura para mim”].

A letra também mostra uma relação cheia de tensão, acusações e interpretações erradas. Alguém se machuca, leva o amor “from my arms into the arms of yours” [“dos meus braços para os seus braços”] e culpa o “moving heart” [“coração inquieto”] da narradora. Ela foge de mentirosos, fala de fogo alimentado por conflitos e pede várias vezes: “Please no cure for me” [“por favor, não me cure”]. É uma canção de independência com um toque de ironia: em vez de aceitar conselhos de quem quer transformá-la, ela repete que conhece a si mesma e não precisa ser corrigida.

Animal
You are the victim
The victim of my love
I dangle up on rooftops
Before I push you off
Você é a vítima
A vítima do meu amor
Eu me penduro nos telhados
Antes de te empurrar

Em “Animal”, da artista norueguesa AURORA, o amor aparece como uma força instintiva, perigosa e difícil de controlar. A narradora chama alguém de “the victim of my love” [a vítima do meu amor] e mistura desejo com imagens de ameaça: ela fica “up on rooftops” [sobre telhados], diante dos faróis e procurando um canto onde ninguém possa encontrá-la. A cidade vira uma “concrete jungle” [selva de concreto], um lugar de solidão, caça e sobrevivência. A expressão não fala de uma floresta de verdade: é a vida urbana vista como um território frio, cheio de pessoas procurando amor e, ao mesmo tempo, ferindo umas às outras.

O refrão leva essa ideia ao limite: “I’m an animal” [sou um animal] e “hunting for love” [caçando o amor]. A solidão deixa a narradora faminta, enquanto outra pessoa permanece ao seu lado até ela dormir, embora “you never really leave” [você nunca vá embora de verdade]. A palavra animal funciona como uma confissão de perda de controle, não como uma descrição literal. No fim, ela diz que, quando alguém vira um animal, “you lose control” [você perde o controle]. É uma canção cheia de imagens noturnas, desejo, isolamento e perigo, com um refrão simples e quase hipnótico: procurar amor como se fosse uma presa.

Churchyard (Adro)
He told me I belong in a churchyard
He told me I could walk away but I wouldn't get far
Tell me how do people know what is hurt, what is love?
He told me I belong in a churchyard
Ele me disse que meu lugar é num cemitério
Ele me disse que eu podia ir embora, mas não iria longe
Me diz como as pessoas sabem o que é dor, o que é amor?
Ele me disse que meu lugar é num cemitério

Em “Churchyard”, AURORA imagina uma relação marcada por ameaças, controle e palavras que machucam. A frase repetida, “He told me I belong in a churchyard” [Ele me disse que eu pertenço a um cemitério], é brutal: churchyard é o terreno de uma igreja onde há túmulos, então a imagem sugere que essa pessoa deseja a morte ou o desaparecimento da narradora. Quando ele diz “I could walk away but I wouldn’t get far” [Eu poderia ir embora, mas não chegaria longe], a liberdade parece uma armadilha. E a pergunta “Tell me how do people know what is hurt, what is love?” [Diga-me, como as pessoas sabem o que é dor e o que é amor?] mistura carinho e violência de um jeito confuso, como se a narradora tentasse entender onde termina um e começa o outro.

As imagens seguintes tornam o abuso mais visível: “Words pointy like arrows” [Palavras pontudas como flechas] e “Wounds no one can see” [Feridas que ninguém consegue ver]. Ele fecha as janelas enquanto a raiva escapa, criando uma cena sufocante dentro de casa. A narradora também rompe com qualquer idealização: “I will not remember you as somebody nice” [Não vou me lembrar de você como alguém legal], mas ainda pede “Please, will you remember me and cry?” [Por favor, você vai se lembrar de mim e chorar?]. No fim, o ódio é descrito como uma semente plantada no coração dele, criando raízes que destroem o amor. É uma canção cheia de imagens diretas e sombrias, em que sair de uma relação perigosa parece ser também uma luta para recuperar o próprio significado de amor.

Runaway (Fugir)
I was listening to the ocean
I saw a face in the sand
But when I picked it up
Then it vanished away from my hands
Eu estava ouvindo o oceano
Eu vi um rosto na areia
Mas quando eu o peguei
Então ele desapareceu das minhas mãos

A AURORA, que é uma artista da Noruega, canta sobre uma busca por um lugar de pertencimento em "Runaway". Ela começa com imagens de infância e natureza, como ver um rosto na areia que desaparece ou sonhar que está "Climbing my way in a tree" [Subindo numa árvore], onde vê "a piece of heaven" [um pedaço do céu].

Mas, mesmo com esses momentos de beleza, há um sentimento de querer escapar, de "running far away" [correndo para longe], e a pergunta "Would I run off the world someday?" [Será que um dia eu fugiria do mundo?]. Apesar de se sentir viva dançando na chuva, o refrão é um pedido sincero: "Take me home where I belong" [Me leve para casa, onde eu pertenço], porque ela "can't take it anymore" [não aguenta mais]. Parece que ela está procurando um lugar seguro, um "soft place to fall" [um lugar macio para cair], e essa busca é o coração da música.

Runaway (Беглец)
I was listening to the ocean
I saw a face in the sand
But when I picked it up
Then it vanished away from my hands
Я слушала океан
Я увидела лицо на песке
Но когда я подняла его
Оно исчезло из моих рук

В «Runaway» норвежская певица AURORA превращает желание убежать в почти сказочное путешествие. Героиня слушает океан, находит лицо в песке, но оно исчезает, когда она пытается его поднять. В детстве, во сне, она взбирается на дерево и видит «a piece of heaven» [кусочек рая], который будто терпеливо ждёт её. Потом звучит вопрос: «Would I run off the world someday?» [Не убегу ли я когда-нибудь от всего мира?] Это не обычный побег в определённое место, а стремление исчезнуть от всего, что стало слишком тяжёлым. Образ «dancing in the rain» [танцую под дождём] на короткое время возвращает ей жизнь, но затем она просит: «Take me home where I belong» [Отведи меня домой, туда, где моё место].

Во второй части образы становятся ещё личнее: она рисует портрет кого-то, думает, что этот человек рядом, а потом понимает, что это неправда. Героиня признаётся, что прячет свою печаль «on the farthest place on my shelf» [на самом дальнем месте своей полки], словно пытается убрать её подальше и не смотреть на неё. Но притворство больше не помогает: «I can't take it anymore» [Я больше не могу это выносить]. Повторяющаяся строка «I kept running for a soft place to fall» [Я всё продолжала бежать к мягкому месту, где можно упасть] звучит как поиски безопасности, а не новая попытка сбежать навсегда. Поэтому песня движется от океана, песка, дерева и дождя к простому «home» [дому]. Дом здесь означает место или состояние, где наконец можно перестать бежать и почувствовать, что тебе есть куда идти.

Through The Eyes Of A Child (Através dos Olhos de uma Criança)
World is covered by our trails
Scars we cover up with paint
Watch them preach in sour lies
I would rather see this world through the eyes of a child
O mundo está coberto pelos nossos rastros
Cicatrizes que cobrimos com tinta
Veja-os pregando mentiras amargas
Eu preferiria ver este mundo pelos olhos de uma criança

Em “Through The Eyes Of A Child”, AURORA, artista norueguesa, olha para um mundo marcado pelo que os adultos fazem: “World is covered by our trails” [O mundo está coberto pelos nossos rastros] e “Scars we cover up with paint” [Cobrimos as cicatrizes com tinta]. A imagem sugere danos escondidos em vez de verdadeiramente cuidados. Diante de discursos falsos e amargos, a narradora prefere enxergar “through the eyes of a child” [pelos olhos de uma criança], com menos cinismo e mais abertura.

A canção também aproxima essa inocência do toque e do cuidado. Em tempos escuros, um sorriso e “mothers’ hands are warm and mild” [as mãos das mães são quentes e suaves] oferecem conforto. A frase “When a human strokes your skin, / That is when you let them in” [Quando uma pessoa acaricia sua pele, / é nesse momento que você a deixa entrar] transforma o carinho em confiança. No fim, “a childlike soul” [uma alma infantil] não significa ser infantil, e sim continuar capaz de sentir a vida com sinceridade. O pedido “Please don’t leave me here” [Por favor, não me deixe aqui] deixa essa busca por cuidado especialmente direta e vulnerável.

Some Type Of Skin (Algum Tipo De Pele)
Hit me hard where I am soft
Should my heart reveal itself to be
More than a muscle
Or a fist covered in blood
Bata forte onde sou frágil
Se meu coração se revelar
Mais do que um músculo
Ou um punho coberto de sangue

Em “Some Type Of Skin”, AURORA transforma a fragilidade em uma imagem bem física: alguém pede para ser atingido “Hit me hard where I am soft” [“Me atinja com força onde sou vulnerável”]. O coração aparece como algo que talvez seja mais do que um músculo, mas também como “a fist covered in blood” [“um punho coberto de sangue”]. É uma imagem estranha e poderosa: sentir pode machucar, e ainda assim a dor é passageira. No meio disso, a narradora repete que “We’re good people and we both deserve peace” [“Somos pessoas boas e nós dois merecemos paz”]. Não há vilão declarado, só duas pessoas cansadas tentando não se ferir mais.

O refrão transforma essa necessidade de proteção em uma frase insistente: “I build some type of skin” [“Eu construo algum tipo de pele”]. Essa “pele” parece ser uma defesa emocional, algo que permita continuar sentindo sem se despedaçar. Mas a música não escolhe se fechar completamente: ela quer deixar “breath be air” [“o ar ser apenas ar”], amar as coisas mesmo sabendo que podem desaparecer e parar para sentir a última luz do sol. “I’ll crawl where everybody runs” [“Vou engatinhar onde todo mundo corre”] é uma escolha bonita e um pouco teimosa: em vez de acompanhar a pressa dos outros, a narradora aceita ir devagar. E o repetido “My God! It’s a lot” [“Meu Deus! É coisa demais”] diz, de forma quase simples, o tamanho do que ela está tentando suportar.

Animal Soul (Alma Animal)
I can remember times when it used to be warmer
Lying inside the bodies of our mothers
I can remember light coming through her skin
And the first time it hit my eyes as she wrapped me in
Recuerdo tiempos en que hacía más calor
Yaciendo dentro de los cuerpos de nuestras madres
Recuerdo la luz atravesando su piel
Y la primera vez que me golpeó los ojos mientras ella me envolvía

¡Prepárate para sumergirte en el mundo de AURORA con "Animal Soul"! Esta canción es una reflexión profunda sobre la existencia y el lugar que ocupamos en el mundo.

La artista noruega nos lleva en un viaje introspectivo, recordando tiempos más cálidos "Lying inside the bodies of our mothers" [Acostada dentro de los cuerpos de nuestras madres] y la primera vez que la luz impactó sus ojos. Se describe a sí misma como "a child with an animal soul" [una niña con un alma animal], sintiendo que no pertenece a ningún lugar. Es una sensación de ser libre pero, a la vez, atada a la tierra, como dice la letra: "Funny how we're free to walk around / Still our feet are forced to walk the ground" [Es curioso cómo somos libres de caminar / Sin embargo, nuestros pies están obligados a caminar por el suelo]. Es una canción que te hará pensar en tu propio lugar en este mundo.

Some Type Of Skin (Algún Tipo De Piel)
Hit me hard where I am soft
Should my heart reveal itself to be
More than a muscle
Or a fist covered in blood
Golpéame fuerte donde soy blando
Si mi corazón se revela ser
Más que un músculo
O un puño cubierto de sangre

¡Prepárate para sentir! En "Some Type Of Skin", AURORA, la increíble artista noruega, nos lleva a un viaje emocional donde la vulnerabilidad y la fortaleza se encuentran. La canción habla de la necesidad de protegernos cuando el mundo nos golpea fuerte, como dice la letra: "Hit me hard where I am soft" [Golpéame fuerte donde soy suave]. Es una reflexión sobre cómo nuestro corazón puede ser más que un simple músculo, o "a fist covered in blood" [un puño cubierto de sangre], y cómo el dolor, aunque intenso, es solo temporal: "However much it feels to bleed, It's only temporary" [Por mucho que se sienta sangrar, es solo temporal].

La canción nos invita a construir una especie de armadura emocional, "I build some type of skin" [Construyo algún tipo de piel], para enfrentar los desafíos de la vida. AURORA nos recuerda que somos "good people and we both deserve peace" [buenas personas y ambos merecemos paz], incluso cuando parece difícil de conseguir. Es una canción que te hará pensar en la importancia de cuidarte, de amar las cosas que sabes que pueden desaparecer, "And love the things I know might disappear" [Y amar las cosas que sé que podrían desaparecer], y de encontrar la calma en un mundo que a menudo nos exige correr: "I'll crawl where everybody runs" [Me arrastraré donde todos corren]. ¡Es mucho, pero vale la pena escucharlo!

We have more songs with translations on our website and mobile app. You can find the links to the website and our mobile app below. We hope you enjoy learning English with music!
Download on the App Store
Get it on Google Play
Rated 4.9 · Join 250,000+ learners
Apple and App Store are trademarks of Apple Inc.
Google Play and the Google Play logo are trademarks of Google LLC.